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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Rio

O pato Donald do winglet parece convidar os passageiros a admirarem as belezas da saída da baía da Guanabara, especialmente a pedra do Pão de Açúcar. Sobrevoar o Rio de Janeiro é sempre um inegável espetáculo que jamais cansa repetir. Pena que tais naturais encantos parecem condenados a perder seu extraordinário brilho e charme. Continua lindo, certamente, visto assim do ar e com a rapidez do avião. De perto, pode ser assustador…

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Kiki

Falta vontade de dizer, porque dizer está na contramão. Especialmente, se o teu dizer é a absoluta expressão da verdade , em rota de colisão com a “verdade” ditada pelos tiranos da vez, que podem nem ser os tiranos da vez no poder – são também os tiranos das filosofias estúpidas, descabidas, que são igualmente ameaçadores e não menos perigosos. Por isso eu gosto tanto de animaizinhos domésticos. Por animaizinhos domésticos que afirmo tanto gostar, tomo cãezinhos e gatinhos. Porque esta semana visitei um lar extravagante onde conviviam humanos e uma giboia de bom tamanho a qual dizem alimentar com ratos congelados, descongelados no micro ondas, porque não? Ilustro esta postagem com uma foto da Kiki, que é uma gata, não uma cobra…

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Oh Rita!

Ôrra meu! Isso é um caso sério, você sair assim pra Shangrilá sem sequer dizer tchau e sem bailar comigo, me deixou assim feito barata tonta neste vale de lágrimas, sem lança perfume! Será que em Shangrilá também proíbem lança perfume, ou é mesmo verdade que lá é proibido proibir? Sinto-me um João ninguém, Rita!

RIP Rita, gata, gringa, inesquecível!

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Desejo

Agora eu era um jovem de idade indeterminada, com uma respeitosa bagagem de conhecimento da arte de viver adquirida ao longo do tal indeterminado tempo da minha idade. Por ser jovem, eu estaria de posse plena das capacidades de moço, incluindo as físicas, as sexuais e, é claro, as sexuais. Por outro lado, teria já adquirido, como de fato adquiri, a experiência dos dolorosos efeitos do envelhecer. Assim, contando ainda com as ditas capacidades de mancebo, eu não perderia tempo e as usaria dia e noite antes que os mencionados e dolorosos efeitos do envelhecer pintassem no pedaço. Ok, é uma confissão, e daí?…

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Trágico

Imbecilidade galopante aparentemente vitoriosa, em todos os quadrantes de todas as pátrias, emprenhadas que se deixaram ser por indescritíveis cretinos dispostos a desmantelar o bem e instalar o caos, a desordem, o arbítrio, a tirania, a ditadura. Os líderes não são merecedores de qualquer crédito. Os do meu país, particularmente, são cavaleiros de triste figura, de mediocridade e incompetência gritantes. Detesto políticos!…

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Assustado

São difíceis e ameaçadores estes tempos que atravessamos. Como poderíamos imaginar que parte da população do planeta seria idiotizada ao ponto de baralhar, complicar e até negar a mais simples e básica realidade biológica dos dois sexos que nos permitem a reprodução? Como poderia sequer sonhar que haveria como há, um movimento ideológico e político contra a produção de energia fóssil, ainda e por muitíssimo mais tempo indispensável ao progresso dos terráqueos, já que todos os meios ditos “verdes” imaginados e postos em prática para a macro geração, encontram-se anos-luz aquém das necessidades. A utopia da “Emissão Zero” não se materializará, nem mesmo que se opte pelo retorno às cavernas. Por outro lado, a ciência da computação está rapidamente adquirindo desenvolvimento assustador! Os “supercomputadores” em operação são ábacos primários, comparados com o que surge de capacidade na área dos Quantum Computers, sem falar nos receios em torno do AI – Inteligência Artificial e a hipotética, mas real possibilidade de cair fora de controle do humano. Que mundo os meus netos irão enfrentar?…

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I Quit!

Com sinceridade, sinto-me um perfeito imbecil com a confusão que criei em torno da iminência de mudanças há muito desejadas, mas que uma vez colocadas no caminho da realidade, deixei que nos arrastasse através da escuridão de um túnel cheio de dúvidas, receios, peaks de pressão sanguínea e até indisposições no nosso relacionamento, que está perto de completar 60 anos. Deveria eu tomar a sábia decisão de empossar a Nina de plenos poderes para resolver essas coisas por mim? Mas ela já é plenipotenciária, desde que eu não surja para atrapalhar. Coisa que já se provou não ser muito fácil…

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Revejo antigos poemas que acabo duvidando haverem saído de mim! O que terei eu feito de tão grave que levou o tempo a punir-me e sonegar-me a capacidade de poetar? A minha musa continua a mesma musa que sempre me inspirou. Ela, como eu, envelheceu fisicamente, mas a alma, essa, continua sua, minha, nossa:

“Vem dos teus olhos a luz

que me guia e ilumina,

que me atrai e me seduz,

que me arrasta, me abduz,

que a minha vida domina…

Vem dos teus olhos o alento

que me encoraja, incentiva,

que mitiga meu tormento,

que acolhe o meu lamento,

que minh’alma mantém viva…

E quando teus olhos fito…

Mergulho em seu verde infinito,

às profundezas da paixão!

E nunca erro o caminho

que me conduz direitinho

ao conforto do teu coração!”

Algures no mar…algures no tempo…

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As primeiras barras de Mahler 3 excitam meus sentidos através dos fones de ouvido, ao mesmo tempo em que abafam o fluir dos noticiários das TV´s, execráveis para mim, mas de aparente importância para a companheirinha, que as não dispensa. Ideias parecem surgir por entre o ultracomplicado e profundo desenrolar da obra sob a regência do saudoso Caudio Abbado. Ocorre-me que foi com Abbado que pela primeira vez escutei a ópera Carmen em sua íntegra, com Plácido Domingo como Don José e Teresa Berganza no papel de Carmen. Antes, só excertos e árias. Decorei o libreto inteiro, tantas foram a vezes que escutei. Mas filtrei o francês francamente ruim de Plácido e não só! Agora já entramos no “Tempo di Menueto”, os oboés vão fraseando sobre o pizzicato suave e preciso dos celos e contrabaixos, até surgirem em força todos os violinos, suportados por clarinetes e fagotes, mais a ajuda das flautas. Mais um andamento – “Comodo – Scherzando. Ohne Hast” e fiz uma pausa para aportar um queijinho, um vinho tinto alentejano e pão de batata doce produzido aqui em casa. Devo confessar que, à segunda taça de tinto de 13,5%, minha atenção decresceu, decresceu, até que capitulei e deixei o resto da sinfonia para amanhã…

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Vírus

De repente, não mais que de repente, calafrios e tremuras, seguidos de calamuras e tremafrios. Quando pararam, a temperatura foi aos 39. Seguiram-se consumo de paracetamol, suadouros, noites mal dormidas e, finalmente, senti melhoras na minha disposição, passados quase três dias. Teste caseiro de COVID19 = Positivo! How dare you?, perguntei-me chocado! A Nina culpou o avião da Azul, enquanto que eu tendo a culpar o azul do avião e acabo concluindo não ter quem acusar além do sinovírus…

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