Sinto vontade de em rimas prosar, enaltecendo a força do teu olhar. A força dos teus diferentes olhares, hora de verdes e cristalinos brilhares, hora de perturbadores faiscares plenos de criticismo durante meus acessos de macho-cretinismo. Aí, silencio, submisso e sem argumento, porque a força dos teus olhos me faz mais submisso que um jumento. Sou, afinal, apenas um velho menino a quem as coisas do destino aos teus olhos entregou; E teus olhos são escolhos onde, a meu apaixonado comando, minha nau encalhou.




