É claro que uma ação militar de invasão a uma nação independente, é e sempre será coisa séria, sujeita a efeitos colaterais previsíveis e imprevisíveis. Ação semelhante ocorreu antes no Panamá, para neutralizar e prender Manuel Noriega, homem forte do regime e ativo traficante de drogas. Entendo que o nosso planetinha seria um lugar muito mais civilizado, se não existissem políticos, muito especialmente aqueles que usam sua força armada para infernizar a vida de seus cidadãos através de tiranias nas quais tudo o que não é proibido torna-se obrigatório, a repressão é permanente e é até perigoso pensar, que dizer manifestar-se…
Archive for the ‘Uncategorized’ Category
Tiranias
Posted in Uncategorized on 04/01/2026| Leave a Comment »
Derrubados ditadores
Posted in Uncategorized on 03/01/2026| Leave a Comment »
Tentarei dar menos importância à derrubada do capo di tutti capi que ajudou a outrora riquíssima Venezuela a chegar à estúpida miséria em que se transformou, que à morte de Idi Amin Dadá há muitas décadas atrás. Prefiro falar da descida à pavorosamente quente Morretes, Paraná e do churrasco em família (da parte do meu genro), produzida por ele próprio, sem qualquer ajuda da minha parte, que sou de fato um zero à esquerda, nessas técnicas de acender churrasqueiras e assar diligentemente carnes vermelhas e brancas, além de pão de alho, linguiça e outros kitutes. A baixa sofrida pela minha parte, é a minha velha Canon 50D, que me deixou completamente na mão…
Varig
Posted in Uncategorized on 02/01/2026| Leave a Comment »

Neste segundo dia de 2026, Nina surpreendeu-me com a recuperação de uma “necessaire” ofertada durante um dos nossos voos pela icônica Varig, a mais representativa das linhas aéreas brasileiras. Não lembro de quando foi exatamente que aconteceu esse voo, mas certamente foi a bordo de um DC10-30. É sem dúvida um bom recuerdo a preservar, já que da Varig, só resta a recordação dos que em seus aviões viajaram o mundo…
Novo
Posted in Uncategorized on 01/01/2026| Leave a Comment »
Amanheci o novo ano, como se ainda amanhecesse o velho; Nenhuma diferença em relação ao dia de ontem, o que me parece completamente normal. A tacinha de tinto do Douro no jantar e o dedal de legítimo Champagne no momento da virada, não parecem ter produzido em mim nada de assinalável. Não conjeturo, nem formulo planos especiais para os próximos 12 meses. Viver, será afinal, o meu principal objetivo…
Pets, melhor não ter…
Posted in Uncategorized on 30/12/2025| Leave a Comment »
Contrariando-me na decisão de não voltar ao blog este ano, eis que retorno neste penúltimo dia, depois que a minha irmã, entristecida, me deu conta que Chuck, o Labrador tão querido da família, amigo de tantos anos, deu o último uivo e deixou todo o mundo lá em casa inconsolável. Há muitos anos que não tenho um pet, depois que a minha gata Belina, após 19 anos de convívio, simplesmente foi-se assim, sem mais nem menos, levada por um tumor, deixando-me em estupor…
Aplauso
Posted in Uncategorized on 13/12/2025| Leave a Comment »
Carolina Ligeiro. Oh my! a menina canta pra carai! Demorei a recuperar o fôlego para procurar saber porque é que ela não está em outro, muito mais elevado patamar. Continuo não sabendo, mas virei a saber, porque a rapariga canta mais que a falecida Winehouse, isto na minha modesta opinião. Fico extasiado, porque os velhos icons que eu tanto admirava, ou já partiram para outro plano, ou não estão mais em condições físicas nem de voz para enfrentar um palco ou a pesadíssima barra de um studio de gravação. Juntemos a isso a falta de produção de música de qualidade, na triste realidade de notas e letras repetidas ad nauseam do funk, ou de pepineiras geradas por IA. De qualquer forma, quando um compositor de música popular cria algo realmente bom e de sucesso, a probabilidade de ser acusado de plágio por algum cretino picareta oportunista, é real…
Miau
Posted in Uncategorized on 11/12/2025| Leave a Comment »
Tem uma loja ali, logo ali, que tem uns gatinhos lindos. Dizem que são caríssimos, porque de raças exóticas, que realmente são, de tão lindos. Se pudesse raptava um deles para mim, porque seria mais exótico que comprar o bichinho. Mas não compro nem roubo, porque prefiro ser livre. Bichinho em casa é cadena no pulso, com pesada âncora te amarrando ao lar. Lar que seria dele, do bicharoco, que se tornaria dono absoluto do meu pedaço…
Wise or otherwise?
Posted in Uncategorized on 02/12/2025| Leave a Comment »
A vida decorre e escorre em corrente imparável em direção ao conhecido. Os ossinhos estão doendo, o meu dormir não é tranquilo, as cãibras amofinam-me. Mas prossigo existindo, logo, o meu pensar vai sendo garantido. E o que é que eu, um octogenário cheio de mazelas e dificuldades físicas, ainda tem para pensar? Eu responderia que tento pensar o menos possível nos impensáveis tempos presentes. Mas só tento, e sofro tentando evitar apanhar-me arrastando meus límpidos pensamentos pelas veredas nauseabundas, ensalmadas de merda, dos dias em curso. Não resisto e dou em procurar definir o tipo de “límpidos pensamentos” que digo ter e defender. E dou voltas e mais voltas, feito cachorro perseguindo a cauda, sem chegar a nada, porque, afinal, parece não haver nada de assinalável nos meus límpidos e inúteis pensamentos. Ai de mim…afinal, somente em metade de mim eu encontro alguma sabedoria de vida…
11/75
Posted in Uncategorized on 25/11/2025| Leave a Comment »
Nesta importantíssima data, retorno ao blog para recordar aqueles longínquos dias de apreensão e agonia que sofri no decorrer do ano de infinita desgraça de milnovecentosesetentaequatro, que se seguiram à abrilada, ao reconhecer que o país estava a ser entregue às garras do imperialismo vermelho, ao ver vasos de guerra soviéticos ancorados no Tejo, militares russos passeando por Lisboa, fazendo apresentações em teatros, deixando a claro que sombrio futuro nos esperava. No dia de hoje, em 1975, patrióticos militares levaram a cabo o que se impunha para levar o país à esperança de um sistema livre de tiranias…
Magusto
Posted in Uncategorized on 11/11/2025| Leave a Comment »
“Dia de São Martinho, vai à adega e prova o vinho!”. Provar o vinho na adega eu não vou, porque sequer tenho adega, muito menos com vinho novo para provar. Mas já estão uns punhados de castanhas em preparação para um mini magusto, que ninguém é de ferro. Ferro e brasa na lareira eu também não tenho e as minhas castanhas assarão com o ar quente duma dessas fritadeiras modernas. Quem não tem cão, caça com gato (!) – era assim mesmo que diziam? Nem sempre os ditos populares tinham lógica, mas esse de ir à adega neste dia, tem tudo a ver com as indescritíveis, alegres, inesquecíveis conversas familiares e de amigos em torno da infusa de vinho novo acabado de tirar do tonel. Acompanhavam delícias várias do melhor fumeiro, com pão de milho…