De longe a longe, eu revisito coisas e loisas que em algum momento escrevi. Divirto-me ao fazê-lo, mas, nem tão raramente, surpreendo uma ou duas lágrimas surgindo e rolando pelo rosto abaixo. Não foi o caso deste texto:
“Acordei assim, sentindo-me dominante! Absurdamente absoluto e resolutamente vencedor!…Na sequência do meu acordar, sentei no vaso sanitário e logo a humilhante humildade desceu sobre mim para contrariar meu absolutismo e colocar tudo no seu lugar: Afinal, eu não era um poderoso figurão – era apenas e tão somente, um cagão… “
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