
Acordei cedo demais e sentei o sábado na varanda acompanhado da Ibanez branquinha e afinadíssima, que escolhi dentre as várias beldades instrumentais da família Castro-Alonso. Dedilhando alguns acordes, ocorreu-me que hoje é o sétimo dia da semana. Daí, como não podia amplificar o pau elétrico para não perturbar o sábado, amplifiquei a importância do sete para a minha humilde pessoa. Estou no sétimo ano da sétima década após meu nascimento. Mas, fazendo as contas, foram oito as vezes que esteve o número sete presente nos meus aniversários. 7-17-27-37-47-57-67-77… OK, fine! Mas e daí? Quando do último aniversário, cheio de problemas reumatóides, temi que o numero 77 significasse um par de bengalas, prenúncio de cadeira de rodas. Afortunadamente não ocorreu e agora, próximo a completar setenta e oito, considerando que 7+8=15 novesfora, ficam 6, não 7, sinto-me mais confiante. E confiança, cada um toma a que quer…
Fala, Nelsinho. Que as memórias vençam o cansaço, a dor nas juntas e outros piripaques que a idade nos impõe. Queria saber como superar essas dores nas juntas… rs! Espero celebrar minha versão 6.7 no próximo fevereiro, 5.
No meu caso, estou tomando uma botica inteira de medicamentos! Mas que melhorei, melhorei! Vamos ver o que acontece quando parar de tomar as drogas… 🙂
Só pare quando um (ou dois) médico(s) disserem que deve… rs!