
05:00 da madruga, noite escura, escuríssima. Cama vazia dela, da minha companheiríssima. Eu durmo mal e incomodo seu soninho com meus gemidos. Encontro-a deitada no sofá do escritório, explorando a net no seu Ipad. “Desde as 04:30”, diz-me ensonada. Prometo-lhe ir em busca de ajuda mais efetiva para as minhas mazelas, que, obviamente, não estão sendo tratadas como deveriam. Segunda-feira está agora ante nós, com céu encoberto e ameaça de chuvicas. Sei que precisamos de movimentar-nos, forçando as doloridas pernas, porque parar não dá não.
Vamos lá…
É, meu caro amigo, a cabeça vai bem, mas o corpo parece não querer atender-nos como dantes. Fique em Paz.
Sem tirar nem por, caríssimo! Grande abraço!