
Willie Littlejohn deixou-nos, depois de resistir bravamente ao câncer que o devorava. Sobreviverá comigo a recordação de um chefe e amigo, que foi um dos mais fortes, resilientes e engraçados personagens da minha ópera de vida. O enorme escocês que durante décadas fez parte do meu fado de oilman, lograva ser respeitosamente obedecido e até temido, criando em torno de si um alegre ambiente enquanto enfatizava o valor do conhecimento, disciplina e da responsabilidade, em meio ao drama real de uma perigosa atividade de baixa tolerância a erros. Descanse em paz, amigão!
RIP, Willie Littlejohn.
Grato por iluminar, Beto Queiroz!