
Insisti e observei uma vez mais minha imagem no espelho oval de moldura dourada, que há mais de quarenta anos reflete fielmente meu envelhecimento. Indagava sobre meu look com o rosto parcialmente coberto por uma máscara que acabara de ser diligentemente confecionada pela minha maisquetudo, artista faztudo de habilidades mil! Não sentindo reações negativas por parte do espelho, resolvi prosseguir no meu intuito de sair à rua e fazer uma rápida sortida à farmácia da esquina. O objetivo era conseguir três meses do caro anticoagulante de uso contínuo com algum bom desconto, aproveitando para obter álcool gel e máscaras descartáveis, na sombra de uma compra substancial. Voltei para casa com um mês de medicamento, sem álcool, sem máscaras…
Só um corajoso homem do mar faz essas incursões à terra num momento desses…Salve, Nelsinho.
Salve, Caríssimo Beto Queiroz!
é isso aí. As máscaras sumiram. Foram viajar. Também eu fiz algumas… Abraço. Cissa
Oi Cissa! Não duvido da perfeição de suas máscaras, a julgar pela perfeição da sua poesia! Adorei reencontrar você!