“Tudo parece voltar ao normal, seja lá o que “normal” signifique, só porque hoje é domingo e eu estou na estrada de novo, alternando sons do Chico (do CD ofertado pela Meg), com os Beatles, dos quais extraio elementos mitigadores dos efeitos colaterais da minha entrada na década VIII. É que eu sinto uma estranha sensação de alívio, ao escutar a obra e ainda melhor, as vozes de celebridades d’idades tão da minha idade. Estamos todos velhos, sô! A diferença entre nós está nas suas admiráveis criações e nas não menos admiráveis contas bancárias…ou talvez não, sabe-se lá – não lhes contei o dinheiro.”
O parágrafo acima foi, como é óbvio, redigido ontem com a pretensão de ser mais uma crônica das várias em que descrevi os meus tão manjados movimentos de “shuttle” entre Niteroi e Macaé e vice versa. Mas o intento foi interrompido por falta pura e simples de disposição, aproveitando a deixa de não ter como postar, porque deixei o tal de 3G com a minha menina.
Hoje, após uma semana de serviço externo, fui surpreendido com a notícia de mais alguns caríssimos companheiros de trabalho dispensados pela corrente desmobilizadora vigente. Não há nem como criticar as empresas, já que, dependendo de um único cliente mergulhado em crise, se veem forçadas a frenar projetos e reduzir despesas. Bem que eu me prometi voltar ao blog só com poesia e prosa poética, mas ainda desta vez não cumpro…

Gostei muito. Toda vez eu vou lendo e pensando em como você tem crescido na escrita. Parabéns.
Oi Cissa! Estamos afastados demais…
Obrigado por vir e comentar!