Parece faltar-me vocação noveleira, a julgar pela minha reação quando alguma das que estão em curso aparece na tela. No entanto, se me levanto e me isolo no quarto, é para assistir a algum dos vários CSI’s ou correlatos, cujo interesse e qualidade estão em franca queda. Pior ainda, é que perco meu tempo e rio a bom rir com as besteiras que correm soltas em “Fashion Police”, na esculhambação do show da Chelsea Handler ou no inimaginável “The Soup”! Juro que, se me pego a assistir e gostar dos shows das Kardashians e das muchachas do Heffner, eu suicido-me a mim mesmo e fujo pra Coréia do Norte…
À hora do Fantástico Show da Triste Vida, eu costumo jogar-me de mergulho no mundo de Morpheus, desligando a chave geral e, por segurança, todos os interruptores secundários. Por isso, não passei pelo desprazer de ver a dona Collor de Mella, a ex, dizer pro povo de toda a sua desgraçada situação com tão magro e desproposital numerário que lhe é mensalmente destinado como remuneração ao seu sofrido far niente. Penso que, se burrice pessoal fosse música, a dona Collor-ex seria uma banda tocando “Lo que se pasa es que la banda esta borracha”.
A televisão… sempre um “bom” prato para a literatura; seja para discutir a respeito ou mesmo para se decidir pela leitura…
Abraço,
Cissa
Olá Cissa! É verdade!
Amei esse comentario! Eh mesmo isso! Televisao serve para muito pouco e para cada vez menos. . . ok, eu tenho uma daquelas BIG, mas isso nao quer dizer que eu concorde com o que ela diz!!