Também eu, afinal, sinto saudade do futuro, quem diria!…
Minh’alma clama e reclama, que não sou mais o que terei sido!
Bem que volvo na trilha do tempo à procura do que eu poderia
ter sido de tão especial para que esta alma me una à poesia…
Mas oh desilusão! O Eu de quem minh’alma fala é já falecido.
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