Reler “Uma Campanha Alegre” de Eça de Queiróz, é um exercício de comparação e de conclusões nadica de nada abonadoras da classe política,não importa lugar ou época!
Carreirismo, partidarismo oportunista e falta pura e simples de maneiras não mudaram desde então; Os mesmos personagens se revezam no poleiro, com os momentâneamente fora do poleiro insultando os momentâneamente empoleirados. É a lógica da calúnia embutida numa bola de tênis, numa quadra opondo jogadores governistas e não-governistas.
De resto, continua tudo como d’antes: O vinho novo é colocado em odres podres e apodrece por seu turno; Interesses escusos e pessoais sobrepõem-se aos interesses soberanos da Nação e dos cidadãos através de tenebrosas transações, lesivos lobbies… São afinal democracias, ou cleptocráticas ditaduras parlamentares?
Maravilha, meu querido Nelsinho!!!Volto para casa e no blog de meu amigo querido, encontro o não menos querido e velho Eça!Ah! os poleiros e os empoleirados!Ah! as Farpas!Nelsinho, o Eça, além de tudo foi um valente jornalista, não acha,?Devastador na crítica a essa sociedade que, como vc bem diza, permanece atualíssima.Um beijo, meu querido, vou-lhe escrever um email.Estive hospitalizada, mas tudo está bem.beijos
Aliás, bem dita essa volta sua para perto de nós, hein?:-)Feliz a sua Nina!Felizes nós, anyway:-)bjs