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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Viajo…

Assim que adormeço, eu desperto pro meu mundo e alheio-me do bárbaro pesadelo do imundo.

É no mundo interior do meu sono que tenho encontros com a plena liberdade enquanto flano por sobre campos resplandescentes de conhecimento e bondade, ou repouso no doce deleite de leitos macios e perfumados.

Alguém (uns dizem que foi Shakespeare) terá dito: “O sono é a antecâmara da morte“!

Logo, a morte não pode ser tão ruim assim…

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Que crônica de domingo poderia surgir em um quente domingo passado dentro de portas em trabalhos vários, domésticos incluidos? Nunca vi tanto pó prêto acumulado em alguns poucos dias de ausência! É certo que fiz uma caminhada pelo calçadão da praia até uma agência do Bradesco onde passei uns bons quinze minutos de extremo stress até aquela máquina diabólica soltar meu cartão. Desisti da operação, não fosse a coisa devorar o meu plástico só para me atormentar…Caminhei de volta e comprei um par de sanduíches de pão integral pro o meu almoço. Há dias assim… sinto-me feliz sentindo fome, com o estômago roncando de mau humor. A verdade é que, sozinho assim, está cada dia mais difícil suportar-me e conviver comigo próprio. Só mesmo a minha companheirinha pr’acabar com essa briga ridícula!

A verdade é que não sei qual de nós dois tem mais respeitinho por ela…

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Penso como eu gostaria de ser capaz de elogiar-me.

Mas como fazê-lo, se nada em mim eu encontro de elogioso?…

…Ou seria “elogiável”? Sei lá…

O domingo já é de noite

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Sub Normal

Ninguém merece uma semana tumultuada como esta que hoje termina! Retornei para terra de bad mood, tenho vindo a sentir uma estranha repulsa diante do meu reflexo no espelho e, pelo tanto que esse reflexo me parece sub normal, nem me atrevo a no espelho de novo me mirar. É por isso que estou com barba de quatro dias e não quero aparecer a ninguém. Essa sub normalidade faz de mim um cretino auto flagelador e um pedaço d’asno perdido de si mesmo. Parti de investida pra cima de textos, como se esses textos fossem quixotescos moínhos do mal a serem eliminados. Neste momento, releio, ruborizado, esses versinhos primários do post anterior, com os quais pretendi dizer à minha mais-que-tudo, que estou precisado dela para segurar as pontas por aqui…

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Rainy day


Steady rain, sun doesn’t shine

I think of her, this love of mine…

then I raise my face up to the sky

drinking in the rain and asking why…

…I miss her so much yet I feel fine

as I think of her, this love of mine

Time’s passing by, faster than the mind,

while I think of her, this love of mine…

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O violino de Sarah Chang em volume pouco recomendável contribuiu para diminuir o stress inerente à condução numa rodovia extremamente insegura, sob chuva torrencial implacável e com surpreendente trânsito de grandes caminhões para uma tão tempestiva manhã de domingo. Afortunadamente e apesar das constantes aquaplagens, eis-me chegado a salvo à minha redoma de vidro com vista para as hoje cinzentas e vazias praias desta assim dita capital brasileira do petroleo.

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Foto por VanOr

Em razão de uma reunião de trabalho na Barra da Tijuca na sexta, acabei decidindo ficar em Niteroi para realizar algumas tarefas domésticas pouco do meu agrado e jeito, mas necessárias. Aproveitei para conversar com a minha talentosa amiga Vanessa Ornella, que disparou uma cadeia de mensagens convocatórias que resultaram em um encontro como havia alguns anos não conseguíamos realizar. Tenho imenso orgulho por merecer a amizade deste pequeno grupo de pessoas de várias profissões, todos ligados pelo interesse comum pela literatura, jornalismo, fotografia e artes, felinos e bichos em geral, além, é claro, de tecnologia, dos computadores aos mais up-to-date Smart Phones, I Pads, etc.. Afinal, toda esta amizade nasceu no seio do Blog da nossa querida Cora Rónai, cujas colunas eu sigo fielmente desde o início da página “Info, Etc.” no jornal O Globo em 1991!

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Sem graça

Nada pode piorar o que de pior tem o meu pequenino mundo, que um subito acesso de acheza de que, não mais que de repente, escrevi alguma coisa engraçada. O desastre é certo e a eliminação fatal como o destino. Se não for eu próprio a censurar-me, alguém aparecerá para o fazer…  Tenho de tomar umas aulas com a minha amiga VanOr e aprender a escrever, sem culpa, textos bem humorados .

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Movendo-me silenciosamente e com cautela, vou me familiarizando pelos labirintos do wordpress durante um ou outro cofee break e na hora de almoço, porque, na redoma que aluguei em Macaé, pelo menos de momento, não disponho de sistema de internet para chamar de meu. Uso o smartphone da firma como modem para as minhas incursões noturnas, mas isso está muito longe de ser uma solução a não ser para baixar o correio eletrônico e pouco mais.

Adorei duas frases na “báia” de um colega:

 

“Never argue with idiots;

They drag you down to their level, then beat you with experience!”

 

Teamwork means… never having to take all the blame yourself”

 

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Monday, monday…

Confesso que foi segunda feira demais pro meu gosto e eu estou sem estrutura sobrando para enfrentar as coisas que afinal, são parte integrante do jogo diário. Acabei amargo como um chocolate de 85% e nem o DVD do Eric Clapton rodando na velha TV de 20″ que eu trouxe para acabar a vida em Macaé city, mostra-se capaz de me melhorar o humor de cão. “Leave me alone”, diz Eric soltando a voz! Não poderia ser mais desintonizado com a minha solidão e vontade de ter a companheirinha de volta. Tentei acertar a cabeça e fazer o set up completo do novo velho blog na nova casa, sem sucesso. Desisto e saio desta segunda feira com muito prazer. Deixo um poema que fala em farpas, mas também em prosseguir, que é, no fim de tudo, tudo o que mais quero, amargo ou não…

Prosseguir

As farpas da vida que me feriram a alma

a alma que tenho as sente não mais…

De tais feridas nem mais tenho trauma

se traumas sofri nem me restam os ais…

Se meu corpo é frágil, minha alma ainda não

e se a alma tem força e me faz persistir,

caminho os meus caminhos e sem desistir,

prossigo em compasso com o meu coração…

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Hello world!

Seguindo tendências e recomendações, decidi-me a fazer uma mudança em regra para casa nova com mural novo, onde pretendo continuar a afixar as mukandas que escrevo

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Back in Time

Tenho uma crença pessoal de que a complexidade e radical esforço físico de dança que vejo e tanto admiro no superlativo trabalho de West Side Story, jamais se repetiu em nenhuma outra criação de operetas, óperas-rock e similares. Cinquenta anos depois, o musical preserva toda aquela carga dramática em cada figura e movimento sincronizado das coreografias que contam por si só a história escrita por Laurentis! A musica de Bernestein ocupa-me a alma por inteiro, interrompe-me a respiração e deixa-me os olhos em atroz ardência. West Side Story é um Romeo e Julieta de extremada dinâmica num piso melódico de extraordinária contundência e genialidade. A ternura de “Maria” a alegria de “Tonight”, a esperaça de “A Place for us…”, permanecerão comigo pelos próximos dias, para me arrastarem a rever, over and over again!

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