A data de 10 de junho, costumava ser de regozijo pelos verdadeiros portugueses, geralmente chamada de “dia da raça”, nada a ver com as cousas raciais. Mas tudo mudou, o meu país é hoje alfobre de sujos traidores que sangrento destino teriam, caso vivessem e assim procedessem em outras eras, nas quais Homens e Mulheres de verdade, defendiam e honravam, de armas na mão, os nossos ideais da pátria-mãe.
A data de ontem teve, pois, revolta e dor, porque, enquanto dignatários dos podres poderes discursavam inimagináveis frases que seriam próprias de inimigos da portugalidade, a mais velha das irmãs da minha mãe, era sepultada após viver cento e cinco anos. Enquanto desejávamos à tia Maria Rosa, “Miquinhas” para os íntimos, uma guerreira, portuguesa de enorme valor, que reste em paz, desejávamos, de estomago enrolado, os piores tormentos e desgraças para os traidores de plantão…
Deixe sua opinião