Referi-me na última postagem a uma esperançosa volta “à normalidade”, mesmo sabendo, por experiências vividas que mantenho vívidas, que nada, afinal, é normal, se nos acercamos em demasia. Mas, o que vem a ser isso de ser “normal”? Por mais que me esforce, talvez até por falta de embasamento filosófico, ou intelectual, nunca logrei e sigo falhando em encontrar uma clara definição do que seja “ser normal”. A julgar por tantos e nefastos mergulhos nas esterqueiras internéticas, não será certamente no seio delas que encontrarei respostas.
Mas digamos que seja normal a arrelia de ser assolado, com uma temperatura mais alta e chuvas de verão, por térmitas ou termites, cupim ou, como prefiro chamar-lhes, salalé, que adentram sem cerimônia a tua casa e ameaçam a integridade do mobiliário. Os versados em insetos, reservam para eles a pomposa designação de “Isópteros”, mas o nome da cousa não está certamente em causa. O veneno para os combater, sim…
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