
Os curitibanos partiram, com despedidas plenas de promessas de mais encontros; amanhã viajaremos por nosso turno; A casinha da Mônica ficou de repente e por alguns momentos com ecos de vazia. Não por muito tempo porque, logo, logo, voltam os quatro que estão nas escolas para repor a movimentação típica. Enquanto escrevo estas linhas, olho distraidamente o quintal com suas cercas típicas encimadas pelos telhados pretos das casas vizinhas; árvores completamente despidas, folhas atapetando de novo o chão, gramados dourados, queimados que estão pelas geadas das madrugadas, plantas invernadas à espera de melhores dias. Divirto-me com o casal de esquilinhos que correm sobre a cerca, depois descem para procurar nozes e desaparecem rapidamente, que por aqui aparecem gaviões…
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