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Archive for Novembro, 2022

Tenho seguido os jogos da copa da Fifa e concluído que os tradicionais favoritos não o são mais. Não há o que dizer, porque toda a gente joga bom futebol. Afinal quase todos os jogadores qualificados para o campeonato, atuam nos mais diversos times profissionais ganhando somas de consideráveis a astronômicas. Por muito que custe a aceitar pelos eternos inimigos de quem ganha grana alta chutando bola, futebol é um entretenimento de milhões de terráqueos, que geram enormes receitas, diretas ou através de contratos de publicidade, garantindo atividade e emprego para outros milhões. O show tem de continuar e não aceitar isso, chega a ser uma insanidade…

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Centros comerciais já foram em outros tempos, verdadeiras ilhas de diversão por onde eu circulava em êxtase, embriagado com os brilhos, as luzes, a profusão de sons, de gentes, de novidades mil. O envelhecimento não me retirou a curiosidade e a vontade de neles passear, mas não tarda e chega o cansaço físico, o desejo de sentar e repousar os ossos em algum sofá porventura colocado à disposição, de onde possa ver passar os passantes, até que, embalado, dou comigo a “cabecear” de sono…

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Lídia

Há dois dias, minha netinha mais velha completou 18 doces e radiantes primaveras e o mesmo número de verões, outonos e invernos, igualmente expansivos e plenos de alegria de viver. Eu também já completei 18 anos em pretéritos tempos, sem, é claro, contar como ela, a felicidade de já guiar seu próprio automóvel, mas igualmente cheio de alegria e vontade de extravasar minha juventude…

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Turbulência

Voltar, sim ou não, à postagem regular, ou pelo menos mais regular para manter o blog. Se me resolvo pelo não, o espaço vai fatalmente ser extinto. O Planeta parece resvalar para a tirania generalizada enquanto eu resvalo para a apatia, porque não me resta a mínima vontade de mergulhar nas águas revoltas e turvas dos malditos políticos. No entanto sei que, se viver, serei fatalmente arrastado pelas torrentes de merda que se seguirão…

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Gal e tal…

Gal Costa era dotada de uma das nem tão numerosas vozes admiravelmente afinadas dentre as cantoras da chamada MPB. E porque para além desse predicado ela, a voz, muito maviosa me soava, encantava-me e me amarrou como seu admirador, seu álbum original “Água Viva” nos idos de 1978, tocou até ficar cheio de ruídos. Mas lá permanece entre as minhas preciosidades em acetato. No tempo em que militei na indústria naval, tomei parte na construção de um ferry boat destinado à carreira Salvador/Itaparica, que foi “batizado” com o nome “Gal Costa”. Recordo-me todo orgulhoso ao tempo do lançamento da unidade, esperando que a homenageada atendesse ao botabaixo, mas ela não pintou no evento e eu fiquei decepcionado…

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