
Agustina acabou de completar um século de nascida e eu sigo lendo-a, já encarando o quarto de seus livros, mas reconhecendo que preciso relê-los para entrar plenamente no âmago da escritora. Esta semana levaram-me até uma “livraria” situada numa praça de uma pequena povoação alentejana. Os livros lá empilhados são de puro mármore e convidam a junto deles sentar num dos bancos e mergulhar na leitura. Agustina foi lembrada, porque um dos livros de mármore tinha entalhado o título “A Sibila” …
Ainda me devo uma leitura mais atenta da obra de Agustina Bessa-Luis
O texto dela é muito povoado. Muitos personagens, que ela descreve de forma muito dela, com inúmeros termos e frases típicas regionais, exigindo consulta.
Tenho seguido sua magnífica viagem! Grande abraço para você e para a Helenir
Obrigado. Agora cedo, partimos para Busan, ao sul da península coreana…