Nada mais desalentador, que sentir-me desalentado. Vou modificar: “Como é desalentador sentir-me neste desalento”. Talvez assim: “Que desalentador é este meu desalento”. Não importa, porque o meu desalento permanece, mesmo trocando as bolas à minha atual falta de alento, que rima com (falta de) talento, com tormento e tudo o que mais lamento. Nem trabalhos de manutenção do lar, nem os instrumentos musicais com a devida aplicação estudar. É talvez ânsia de viajar e o presente status abandonar. Acho que Proust não está a ajudar…
Em tempo: Ultimamente noto-me, com muita preocupação, soltando palavrões cabeludérrimos!
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