“Matematicamente falando, levo a vida me multiplicando, mas também sei dividir…” Seguindo a cadência de um cavaquinho, a menina vai cantando seu “Samba da Matemática” num filminho de celular. E canta com graça e segurança, enquanto, “saindo pela tangente, por razões e equações, vai procurando as soluções pros problemas existentes…”
Não é extraordinário encontrar tais peças bem populares, despretensiosas, mas cheias de inspiração e beleza poética?!
Adorei e, como adorei, repeti o vídeo vezes sem conta, resultando em afastar-me de taciturnos pensamentos e alegrar meu coração. Resolvi até voltar a escrever!…
Bravo! à menina que motiva o amigo a manter vivas essas “Mukandas”.
Obrigado, Mestre! Um abraço