Certa noite, acuado e apreensivo, falei em verso de “Como as Repúplicas estavam doentes”. As rimas que releio são antigas e entretanto as doenças das “Repúblicas” evoluiram para crises ainda mais agudas que podem muito bem levar ao déjà vu de tenebrosas profilaxias.
Reconheço-me acovardado, viro a página e esqueço as rimas…
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