
Alegres, porque as pernas não me traíram, permitimo-nos caminhar e escalar as íngremes ruas do centro da minha belíssima cidade do Porto, admirando os progressos na recuperação de tantos dos velhos edifícios de admirável arquitetura que se encontravam em situação de abandono. O ponto alto, foi a visita à igreja do convento de Santa Clara, junto às muralhas fernandinas, de emoção certa e inevitável, ante tal profusão da mais complexa e bela arte sacra em madeira! O dia do quinquagésimo terceiro aniversário do nosso casamento, encontrou-nos junto à Torre dos Clérigos quando o seu relógio marcava 12:05 e entrávamos numa típica tasca das imediações para degustar, felicíssimos, um simples polvo à lagareira regado com um despretensioso vinho maduro branco da casa, incluído no almoço. À noite, nada de jantar em algum sofisticado restaurante com estrelas no Michelin: Presunto, queijos e pão e um bom vinho comprados num mercadinho, foram nosso repasto na tranquilidade do quarto do hotel…
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