
É implacável, o tempo. Os dias vão-se escoando pelos drenos da vida, o corpo perde paulatinamente suas resistências, a mente as capacidades. As coisas do mundo deixam de interessar, as complexas ligações eletroquímicas da pensatrix com os órgãos vão-se corrompendo, interrompendo. Mas porquê tão longo sofrimento? A sério: O nosso corpo deveria vir equipado com uma chave geral que nos permitisse autodesligar-nos, no caso da irreversibilidade de uma doença do tipo da Parkinson…
Rest in peace, Mário!
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