
Enfim, Meg libertou-se da lei da morte e deixou-nos “for good”, porque só se vive duas vezes e ela viveu as duas vezes de forma intensa e apaixonada, muito especialmente nas páginas e páginas sem conta dos Blogs que tanto admirávamos e seguíamos. Só tomei conhecimento do seu passamento esta manhã, através de um comentário de Adalberto de Queiroz a uma postagem minha lembrando a Meg e a biografia de Clarice Lispector que ela me havia ofertado há alguns anos. Guardarei com imenso carinho, orgulho e saudade não só esse, como diversos outros livros dela recebidos com muita e inesquecível amizade…
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