
Rolam e espumam fracas vagas,
contra as nuas rochas na baixa-mar
Eu as desnudo com meu olhar
triste e tão sombrio quanto as fragas…
sobre as quais me quedo a meditar
enquanto a preamar não as galgar
e meus sapatos começar a molhar…
Sinto saudade do futuro, quem diria
pois não sou mais o que terei sido
ou do que acaso me terei convencido
de tão especial que me unia à poesia
Mas oh tristeza! Sinto-me desiludido…
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