Uma vez mais satisfaço minha curiosidade e vejo os números da maldita. Manaus, município de 11,400Kms2 e 2.2 milhões de habitantes, em crise porque as plantas da maior e mais importante produtora/fornecedora de gases industriais e médicos (a White Martins) instaladas na região, não conseguiram com a necessária rapidez elevar sua produção para as necessidades hospitalares, apresenta uma alarmante subida do número de casos. Há, pois que trazer oxigênio médico de outras plantas o mais perto possível, com maior produção para atender. Até ontem, dia 16/01/21, em toda a duração da pandemia, há a lamentar um total de 2.832 óbitos, o que resulta em cerca de 1.287 óbitos por milhão. Número lamentavelmente alto mas, mesmo assim, menor que por exemplo o município de Curitiba, Paraná, com uma população de 1,94 milhões e que contava até ontem 2.949 falecidos, o que dá cerca de 1.527 óbitos por milhão.
Continuando, o estado do Amazonas, com seu enorme território de 1.571.000Kms2 e apenas 4,2 Milhões de almas, em razão do mau desempenho de Manaus, lamenta um total de 3467 falecidos, que resultam em cerca de 825/milhão – menos que o “rate” total brasileiro. Melhor não falarmos do município do Rio de Janeiro, cujos números são bem mais alarmantes.
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