Decorre a segunda metade da sétima década de vida. O idoso julga-se senhor absoluto de si mesmo, acostumado que está às drogas diárias que lhe propiciam controle sobre a pressão arterial, diminuem a viscosidade do fluido hidráulico, minimizam problemas e riscos inerentes à arritmia cardíaca, mantêm estável a hiperplasia prostática, etecetera et al. Em outros tempos, sem fármacos, há muito que…ou talvez não, como saber?
Assusta-se, no entanto, com a crescente repetição de esquecimentos, distrações ou desatenções. Sente vergonha e recolhe-se em si mesmo, sempre que se flagra atingido pelos efeitos da idade que a idade não perdoa.
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