
Pela milésima vez teclo um grupo de palavras, que espero serem capazes de compor um tal textão que parece estar prontinho num canto do meu cérebro. Mas as ideias desviam-se nas agulhas dos trilhos que eu próprio opero, fazendo a composição entrar num ramal sem saída e descarrilar. Melhor abandonar, até por suspeitar que o tal textão seria coisada de conotação política, bulindo nalgum vespeiro do qual não sairia incólume. A poesia é a via certa para ver-me livre deste marasmo. Só preciso livrar-me de mim mesmo.
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