
Sinto-me cansado. De tudo e de nada, porque o nada e o tudo confundem-se pornograficamente, como corpos nus numa imensa orgia. Nada faz muito sentido nas extravagâncias servidas ou sugeridas como remédios para as pestes – as várias pestes que me ameaçam a sobrevivência física e mental. Reconheço-me, todavia, coeso em mim. Quero dizer: Meus “Eus” parecem, no momento, permanecer unos em estado de defesa…
Por enquanto ainda sou eu
quem em mim por aí encontro;
pedaços de mim são tão eu,
malgrado um ou outro desencontro…
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