…dedilhei sem paixão meu violão;
Não tardou, troquei-o pela guitarra,
que pra ser tocada precisa de garra
e não é de tolerar tocador sem tesão.
Deixei, pois, de lado os instrumentos
e dispus-me então a pensar em nada;
mas pensei em tudo, menos em nada
e dei um nó cego nos pensamentos.
Resolvi ler, que é excelente remédio
mas, sem atenção e com muito tédio,
as palavras soavam vãs, sem sentimento.
O sono! Só o sono me salvará!…
Té amanhã!
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