
Continua linda, a minha namorada!
E ela, a esta altura, ainda atura minhas singularidades!
Bem, às vezes ela fica bem zangada com as minhas emmimmesmalidades.
Silenciosas, obtusas, decarafechada. Às vezes ela me deixa envergonhado e então ensaio sozinho em frente ao espelho, alguns dos sorrisos tão do seu agrado: O espelho ri de mim, diz que tô “velho” e ridículo! Agastado, meu sorriso resulta forçado, descascado, sem agrado, amarfanhado. Melhor, pensei, continuar a sorrir como sei…
Neste dia dos namorados eu prometo sorrir como nunca sorri, mesmo para tentar compensar a falta de um presente que, como de costume, não adquiri.
Eu te amo, companheirinha!
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