
Ocorreu-me dizer que, contados cinco dias dentro desta década de vinte, já deu para ver que nada parece indicar que será um período dos mais pacíficos. No entanto, convenço-me que discorrer sobre esse tema é pura perda de tempo e espaço. Afinal, qual foi a década que se possa chamar de pacífica, desde que a minha mãe me pôs no mundo nos inícios de 1944, ou seja, no auge do inferno da segunda guerra e nem ainda tinham cozinhado vivos com nukes os habitantes de Hiroshima e Nagasaki, embora estivesse em curso a ação de assar vivos com fósforo, os habitantes das principais cidades alemãs.
Prefiro então falar de mim, das minhas ideossincrasias, dos meus conflitos comigo próprio que em geral acabo resolvendo sem sequer pedir ajuda a nenhum shrink. Concedo que há um decréscimo na minha vontade de prosseguir com atividades que sempre me deram muito prazer, das quais destaco a fotografia. Mas há muita ajuda da minha muito + que tudo; Ela me dá força e apoio incondicional, condicionado ao meu comportamento em reposta a esse incondicional apoio, entenderam? Não?! Depois eu explico melhor, então. Mas não agora, porque na casa da minha filha aqui em Curitiba, tem as meninas Isadora de 5 e Clarice de 3, aí acima retratadas, de férias e de incansável atividade…
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