
Depois de um quarto do bolo-rei haver descido, junto com uma garrafa do bom vinho branco JP da adega da Bacalhoa e de deitar e rolar nos queijos de cabra e ovelha da mesma região, chegou a sensação do tamanho do abuso! Como já são 23:00 horas, giboiar o descalabro será coisa para a madrugada. Mesmo assim, atrevo-me a avaliar o bolo-rei adquirido no início da noite na Confeitaria Nacional, estabelecida na praça da Figueira em Lisboa desde 1827, ou seja, abriu as portas apenas 5 anos após o Brasil ser declarado um Império independente: O dito-cujo kitute é muito gostoso, merece honras e excessos, mas perdoem-me continuar a preferir o similar produzido na minha bela, invicta e imortal cidade do Porto…
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