
A chuva, finalmente! Havia muito que a não via e dela saudade sentia, sabia? E esse barulhinho da chuva apazigua alguns fantasmas que, aqui ou ali, me saem ao caminho, me atormentam e alimentam uma indesejável sensação de stress. Não mais suporto pressões, porque foram sobre mim, ao longo da vida, permanentes e esmagadoras, as pressões. Por pressões tomo também os empurrões, puxões, agressões…
De viver sob stress
ninguém carece
ninguém merece
Ou até merecerão
aqueles sem coração
sem alma, sem perdão…
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