
Há dias que arrasto comigo a vontade de dizer algo sobre o cinquentenário do pouso na Lua. Após ene começos e tropeços, o que restou no fundo do filtro foram valiosas gemas de brilho multi colorido das recordações do meu, ao tempo, bastante recente pouso sobre a luinha da minha vida. Enquanto Neil Armstrong experimentava, cauteloso, aquela superfície poeirenta, eu já vinha, havia algum pouco tempo, misto de cauteloso e arrebatado, aprendendo a explorar com carinho as maravilhas da minha estrelinha…
De resto, deixa que outros escrevam, que falem, que digam sobre o pouso na Lua – feito tecnológico extraordinário, porque eu reafirmo ser meu, o mais importante dos celestiais eventos daquela era!
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