Doris Day nasceu no mesmo ano da minha mãe. Todavia, nada tinha de maternal a minha admiração e afeto pela belíssima loura de voz límpida, corpo esguio de modelo e atrativa presença e performance cênica nos filmes que eu dificilmente deixava de ver. Havia já algum tempo que a seguia no Twitter, embora ela muito raramente postasse. Era, penso, uma forma de me imaginar “no seu círculo”, como se tal fosse possível. Enfim, Doris resolveu sair de cena e ir embora antes de completar os 100. Fique em paz…
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