Carrego meus últimos neurônios através de campos de cultivo semeados com inutilidades. Por eles caminho placidamente, inspirando o ar que me dizem ser a puríssima mistura certa de oxigênio e azoto livre de partículas contaminantes. E há por lá sempre novíssimos pés de inutilidade que me arrastam a curiosidade. Ajoelho junto de espécimes nunca dantes vistas e estudadas, corto alguns exemplares que depois disseco, analiso com paciência e interesse, dos quais separo sementes que eventualmente espalho ao vento fresco, esperando que medrem. Se medram ou não eu não sei porque sabê-lo seria uma completa inutilidade…
Update (Em 06 de Maio)
Senti-me por mim próprio compelido a esclarecer que o texto acima foi gerado em momento de reacção negativa aos campos de cultivo de relacionamento social, onde as plantas daninhas parecem dominar.
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