O FB lembra-me que há três anos, eu escrevia nas minhas Mukandas:
” Sendo o futuro nada mais que uma hipótese diluída nas névoas do caminho ainda por percorrer, o que restará para ser vivido, pela lógica da minha própria lógica, deveria ser sorvido e saboreado a cada nano-segundo, como se fosse derradeira a próxima sístole do meu coração. Mas isso não acontece e, dir-se-ia, acabo por levar muito a sério o meu outro lado disposto a continuar a brincar de imortal…”
O post foi redigido depois que encontrei um recado-advertência da Nina colado no monitor, com a citação: “Agora que tenho tempo, descubro que já não tenho”.
Três anos depois, o tempo parece haver envelhecido mais depressa que o tempo real. Aliás, o agora Imortal da Academia Goiana de letras Poeta Adalberto De Queiroz, comentou esse post citando Crísias num fragmento pré-socrático: “Seguindo a sombra, o tempo envelhece depressa”
Deixe sua opinião