
Enquanto descartava dúzia e meia de esferográficas, marcadores de feltro e similares já sem uso e tomando espaço útil, achei a minha velha, esquecida e abandonada Sheaffer. Tomei-me instantaneamente de amores pela caneta que foi minha ferramenta de escrita em tempos pré-cibernéticos. Desmontei e limpei carinhosamente cada um de seus componentes e, aproveitando uma saída, despendi 30 pratas num tinteiro “Piloto” de origem japonesa. Mas acabou em decepção, porque o sistema de carregamento por vácuo está comprometido pela degradação das borrachas. Mesmo assim, deu para experimentar um cursivo e concluir que o meu skill caligráfico perdeu-se no tempo…
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