
“Reuno os trastes
que a memória guarda
ao branco da página e
ressuscito meus fantasmas…”
in “Frágil Armação”, Alberto de Queiroz
Abandonar o abandono e voltar a postar, com alguma regularidade, as Mukandas que tanto outrora me divertiam redigir. Divertiam-me e alimentavam-me o ego mesmo que, não raramente, desse em flagelar-me com autocriticas e ferinas palavras. Devo, por conseguinte, deixar de enxergar nas poluídas águas de regatos sociais cada vez mais contaminadas por coliformes fecais de intolerância e insulto, a justificação para isolar-me. Ao mesmo tempo, a época em que o tempo era propriedade quase exclusiva do trabalho, simplesmente expirou.
Em frente, pois…
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