A sexta ao fim da tarde pôs temporário fim às angustias de uns, após alguns outros angustiados haverem sido saídos mais cedo, com ordem de marcha para a legião de desempregados que não para de crescer. Desemprego, desesperança, desengano, desilusão pela esculhambação que não tem explicação, ou tem explicação na esculhambada situação de uma nação que teima em ser uma riquíssima-pobre-nação!
Fim definitivo e inesperado teve a minha tia Maria do Céu, a nossa querida Mariazinha, irmã caçula da minha mãe apenas três anos a mais que eu. Com ela, no espaço de apenas cinco meses, desapareceram quatro pessoas próximas e muito queridas, incluindo seu marido e o seu irmão Antoninho. Traumático continua a ser o passamento repentino do João, irmão da minha mais-que-tudo, acontecido também em Outubro passado.
Os óbitos de familiares e amigos sempre me abastecem de combustível para erguer voo de forma até agora momentânea, em direção à almejada e efetiva aposentadoria e dedicação aos projetos pessoais para os quais teimo em deixar minguar o minguado tempo que me poderá restar…
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