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Archive for Fevereiro, 2016

Oilfield Requiem

Foggy

For  a decade, politicians, bureaucrats, regulators and other useless parasites gravitating around them, boosted up costs of Oil & Gas exploration and Production to  unimaginable levels, by flooding the Industry with rules and regulations to the point of having to spend hours filling endless forms and get them signed before the simplest half an hour job could be carried out;

Then, after the Industry got interplanetary numbers invested in technology in order to keep pumping wealth out of the deepest depths and concomitantly meet the stream of written high priced non-sense bullshit, the politicians and financial opportunists got together just to promote a swift worldwide move towards Oil & Gas Industry bankruptcy.

Oilfield is presently nothing but a wreckage, from where so many swim frantically in extremely rough weather, struggling for survival.

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Do Carnaval

Ainda tentei, mas não consegui falar do carnaval, porque do carnaval eu nada sei. E quem quereria escutar um leigo se atrevendo a falar algo sobre o que nada sabe? Trabalhei ao longo desses dias de folia, como o faria se folia não existisse. Sei que não perdi nada, porque mesmo que não tivesse trabalho para fazer, eu gastaria os dias da dita folia em atividades situadas a anos-luz das atividades carnavalescas.

Aproveitei também o ensejo para esvaziar um compartimento da estante atascado de velhos e ensebados livros, espantosa quantidade de material técnico de total inutilidade porque largamente ultrapassado, além de que na atualidade, material técnico está a um clique do ratinho nas livrarias digitais dos meus vários HD’s. Os meus livros, preferidos ou não, já lidos ou não, agora moram nas nuvens e no meu Kindle. Toneladas de papéis foram, pois, parar a uma reciclagem que lhes dará o devido ou indevido destino.

Ficaram livros autografados pelos respectivos autores, velhos volumes de Eça, todos os que me são caros de Pessoa, que é pessoa da casa, tudo da Sylvia Plath e da Clarice, é claro! Há também as duas velhas coleções personalizadas que incluem  “Peregrinação” de Fernão Mendes Pinto, completamente escrita em português arcaico. Mas a dor de cabeça é a quantidade absurda de material de vídeo em VHS. Que diabo vou fazer de tudo aquilo? Fiquei consternado porque ao manusear uma capa contendo o  filme “Dirty Dance” deixei cair outra gravada ao vivo num show de comemoração ao lançamento do mesmo filme. O frágil baquelite quebrou-se em pedacinhos com molas à mistura!…

 

 

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O Beijo

O beijo

Ah! A Maternidade!…

Os Brilhos da Maternidade!

Os Brios da Paternidade!

A Vida! A Luz! A Eternidade!

Prodigiosa Natura!…

 

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