Um dia eu escrevi:
“Sentado na minha confortável poltrona acolchoada com a maciêz do meu descrêr, prezo-me e regozijo-me por não me encontrar entre os incontáveis milhões de seres biológicos deste pequeno planeta, amarrados a mais ou menos obscuros preceitos e preconceitos filosófico-religiosos que regem e dominam suas vidas por meio de forças diversas: Das mais violentas e sanguinárias autocracias do absolutismo religioso armado e cruel, àquelas de foro íntimo. As vergastadas sanguinolentas podem não ser a mais contundente forma de auto inflingir estúpido sacrifício pelo sofrimento. A auto flagelação pode incluir o não menos estúpido e não menos cruel processo de aniquilação pessoal em seus valores profissionais, estéticos, de saúde física e psicológica…”
O ataque ao Charlie Hebdo não deixa dúvida de que as trevas estão tão cerca quanto nos tempos da inquisição. Os resultados dessa ação extremista não devem tardar com reações também extremistas no sentido oposto. Por isso, escrevi no Face Book uma referência ao Clã Le Pen, que certamente procurará tirar grande proveito para uma vez mais tentar chegar ao poder. Isso, sem falar que esta execução coletiva foi perpetrada a meio de manifestações de rua na Alemanha contra a islamização em curso naquele país. Pior, é que essa islamização éstá em curso em toda a europa, quiçá em todo o mundo civilizado. É a guerra! Mais ou menos na surdina por enquanto, mas é a guerra.

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