De vidro é meu fojo onde dormito…
As vidraças vibram sob o forte vento
uivando pelas frestas do pensamento.
Do breve sono súbito acordo, aflito,
como se das trevas saísse num agito
com respirar pesado em sofrimento…
Por onde andei eu enquanto dormia
pra meu acordar ser em tal agonia
a ponto de me deixar em desalento?!…

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