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Archive for Outubro, 2013

Enquanto uma vez mais colocava na balança os prós e cons de dar largas às ganas que me cutucam para abandonar o blog “for good”, ontem redigi e postei o texto abaixo. Menos de meia hora após, retirei-o. Porque o retirei? Posso tê-lo achado muito fraco e/ou ter-me sentido mal por sabê-lo contrário às minhas próprias utopias. Afinal, recuso-me sistemática e terminantemente a eliminar uma lagartixa que tanto pavor infunde à minha companheirinha. O meu argumento é sempre o mesmo: Porque haveria eu de tirar a vida de um habitante do planeta que não ameaça a minha?”. No entanto, na qualidade de animal a quem a Natura deu presas, não hesito em alimentar-me com a carne de habitantes do planeta!

Agora a sério: O caso dos Beagles é escabroso! Uma turba ululante e violenta atribui-se autoridade para invadir propriedade privada, rouba os animais, rouba mídia de computador com resultados e relatórios de pesquisa, destrói o que não pode ou não quer transportar e pronto! E acham que não houve CRIME!!!!!

O texto que retirei ontem, exatamente como estava:

“Se…
…seres biológicos que vivem e sentem, não deveriam ser sacrificados para alimentação;
…seres biológicos que vivem e sentem, não deveriam ser sacrificados para desenvolver medicamentos,
Então,
O ser biológico bípede que assalta e destroi laboratórios para deles roubar seres biológicos da sua predileção com o intuido de livrá-los do seu crudelíssimo destino, deveria seguir fielmente dois preceitos básicos(?):
– Invadir matadouros e soltar todos os bichos que estão no corredor da morte
– Invadir as farmácias e destruir todos os medicamentos que hajam sido desenvolvidos e produzidos em laboratório
(pensamentos que me assaltam)”

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Adrift

Os dias fluem para o estuário das semanas e deixo-me carregar ao som das águas como um destroço inerte, sem vontade própria. No espaço para mukandas, mukandas não há. Se não as há, o que pode justificar um espaço ao abandono, a monte, onde nem ervas, daninhas ou não, dão em nascer e medrar? Sim, o blog está agonizando, nas vascas da morte e eu, pelo menos no momento, não sinto nenhum interesse em levá-lo para uma sala de reanimação. Injeto-me uma derradeira dose de “Mas quem sabe amanhã, ou depois de amanhã não será diferente?” e levo ainda mais adiante o meu estado de letargia…

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Dúvidas

Este lugar resulta um gelo de afetividade. Porque nossa afetividade resulta afetada pela fria lacuna que se expande a cada dia que passa, penso que devo radicalizar em possivel mudança renovadora. O “timing” para a mudança parece ser, todavia, o xis da questão. Sinto que urge, mas não sinto coragem para atender a urgência. Aliás, Sinto-me como se me não sinta. Isso me leva a beliscar-me amiúde. Testo-me, porque tendo a desenvolver dúvidas sobre minha presença em mim. Depois, ela, sempre ela, acaba por me fornecer provas de que sim, sou eu próprio envergando minha própria pele, sempre coberta com armaduras de dubia proteção…

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