A curiosidade leva-me ocasionalmente às correntes de mensagens que rolam no twitter. Desfolho algumas besteiras da Joan Rivers, passo rapidamente sobre o nada de interesse das violinistas Sara Chang e Maxine Kwok-Adams, pela Yoani Sanchez e suas frases de ilhoa-esperança-que-talvez-um dia…que nunca chega. Depois detenho-me eventualmente em algum dos twits do Ancelmo ou da Patricia Kogut, sem no entanto me sentir propelido a realmente tomar parte nesse jogo.
Acabo mesmo por convencer-me que a culpa é do Millôr. Na minha conta anterior que acabei matando, eu era muito mais presente e o Millôr tinha muito a ver com isso. Tanto fiquei seguindo e tietando silenciosamente suas frases e afirmações, que de repente me enchi de coragem e passei a disparar algumas tiradas da minha lavra diretamente ao @famoso. Até que um dia, há sempre um dia, eu li algures o terrífico e acachapante statement do mestre: “Chato, é um sujeito com mais interesse em nós, do que nós temos nele”…
Em matéria de twitter sou, pois, um substrato de porra nenhuma e eu deveria envergonhar-me de ter como único seguidor (de quê, por Deus?), pelo menos até este momento, a maestrina Ligia Amadio, diretora da Orquestra Filarmônica de Mendoza, de quem sou admirador!
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