Uma vez mais, sobrevoo a substancial quantidade de esboços de poesias e textos interrompidos, com motes cuja conclusão sou incapaz de enxergar. Esta crise criativa é real e palpável, mas insisto que seja tão somente mais uma das muitas que de quando em vez me acometem e me desencorajam. Incapaz de escrever, eu leio. Besteiras, sobretudo! Agora, passando um trapo sujo sobre todas as criticas nada favoráveis que fiz a “Fifty Shades of Grey“, eis-me envolvido com a leitura de “Fifty Shades Darker“, segundo volume da trilogia de E L James. Ah sim: Reli, cinquenta e cinco anos depois, em bom inglês, “Lady Chatterley’s Lover” de DH Lawrence, versão sem os cortes resultantes de toda a estupida polêmica e processos dos anos que seguiram à sua publicação. É de fato uma excelente peça de literatura, mas a empolgação ficou longe, comprovando os efeitos brochantes da “septuagenaridade”. Pelo menos no meu caso…

Deixe sua opinião