lobo de mim, vou-me comendo as entranhas
bobo de mim, rio-me das próprias patranhas
pobre de mim, senhor de tão magras virtudes
raio de mim, que só me enxergo vicissitudes
No entanto…
Posted in Uncategorized on 25/05/2013| Leave a Comment »
lobo de mim, vou-me comendo as entranhas
bobo de mim, rio-me das próprias patranhas
pobre de mim, senhor de tão magras virtudes
raio de mim, que só me enxergo vicissitudes
No entanto…
Posted in Uncategorized on 22/05/2013| 2 Comments »
Cansei do blog ou o blog cansou de mim, o que vem a dar no mesmo…
…mas agora, enquanto espero (im)pacientemente no aeroporto de Navegantes um voo para Sampa, decido que o blog já descansou o suficiente. Comecei por fazer desaparecer o último post cuja releitura fez sentir-me escravo do cravo. Deixo as ferroadas político-militares para o hipotético livro que tem tudo para intitular-se “Jamais-Jamais” (leio Jamé-Jamé para integral deleite).
Passei duas noites no Hotelzinho Bergblick em Pomerode, Santa Catarina. Fiquei com a sensação de que estava em uma fazenda cercada de Natureza por todos os lados, mas sem cheiro de bosta de boi e a apenas um quilômetro do centro da pequena cidade cheia de tradições alemãs. Mas as tradições só saem para rua em alguns eventos anuais e, na minha estadia, só deu para respirar trabalho. Algumas fotos, o convite para um incrível e nada alemão rodizio de pizza e nenhuma oportunidade de enxergar-me envolto na poesia do local…
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Apenas vaga ideia
resta do ideal
de na poesia estaiar meus dias…