“Todo en los hombres se ha hecho con sueños”, dizem os poetas andaluzes.
Excessivamente sonhador, eu confesso-me arquiteto de fantásticas e prodigiosas edificações. Fantásticas, prodigiosas e voláteis construções alicerçadas no meu movediço imaginário, especialmente projetadas em traços delirantes para o meu mundo do faz-de-conta, onde nada conta a não ser o irrealizável…
Sonhos que porventura hei sonhado
e por desventura não logrei realizar,
são como bolhas com o vazio inflado…
Errantes lacunas do meu passado
que o pensamento insiste em lembrar!

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