…e em caminho inóspito e cruel
me embrenho arisco e vigilante
de olhar desconfiado e perscrutante
do negrume da noite sem quartel…
no vergastar da mata que a pele magoa
na secura da boca, monstruosa tensão
no restolhar dos passos que a noite ecoa
no medo de sentir medo que oprime o coração…
Então,no meio da noite desperto em suor lavado
de respiração pesada e olhar acuado, assustado
ao pesadêlo ainda amarrado com pavôr…
Depois veio a insônia, infame tortura,
recordações dolorosas de uma vida dura
até que o sono, tardio,venceu, já ao alvôr…

Seu pesadelo é bonito.
Olá Rose! Obrigado pelo “bonito” – e pela visita, é claro! Pouco tem sido nosso “contato” depois do afastamento da Meg!…